TIC E EDUCAÇÃO (2019 - 2020)


TIC E EDUCAÇÃO (2019 - 2020)

TIC E EDUCAÇÃO



Programa em PDF: v3 Programa TIC e EDUCACAO LCE 2019-2020.pdf


Objetivos de aprendizagem 

(conhecimentos, aptidões e competências a desenvolver pelos estudantes):

Nesta unidade curricular pretende-se que os estudantes; Reconheçam a premência e a importância da incorporação das TIC na escola e o papel que a sua exploração pode desempenhar na inovação em educação; Avaliem o potencial do software para a criação do(s) contexto(s) da aprendizagem; Utilizem ferramentas informáticas de forma inovadora (como suporte da criação de contextos de aprendizagem “novos”); Aprofundem a importância do construtivismo/construcionismo como fundamento de um projeto de intervenção pedagógica; Aprofundem o papel do meio social e da interação na aquisição, construção e partilha do conhecimento; Concebam as turmas como comunidades de aprendizagem em que os aprendizes são os protagonistas; Concebam a função do professor como organizador dos contextos da aprendizagem, dinamizador da atividade e agente metacognitivo e como elemento de transformação das rotinas escolares tradicionais; Utilizem a Internet como meio privilegiado de recolha e partilha de informação, incluindo software “educativo”.

Conteúdos programáticos

1 - O paradigma fabril: caraterização e causas do seu “envelhecimento”;

2 - Inovação: buscando um novo paradigma para a escola; Elementos que podem suportar a construção de um novo paradigma; A incorporação de tecnologia como fator de inovação; A eficácia da tecnologia na educação: um olhar sobre a investigação;

3 - As diferentes maneiras de imaginar a utilização os computadores na educação: do ensino-assistido-por computador à aprendizagem colaborativa; A linguagem Logo; O Logo no início da escolaridade e a sua relação com a educação psicomotora;

4 - O software como elemento do contexto da aprendizagem; Pressupostos da avaliação de software (educativo);

5 - O potencial da exploração educativa do software; Tarefas de índole prática: Utilizar motores de busca; Carregar, descompactar, instalar e explorar software; Avaliar software; Programar; Elaborar artefatos multimédia; Utilizar os recursos de correio eletrónico disponíveis.

Metodologias de ensino

Espera-se dos formandos autonomia e participação no preenchimento do complexo puzzle teórico da disciplina. Para dar ênfase à incorporação de tecnologia como elemento central da discussão ao serviço da inovação pedagógica, com todas as implicações dessa incorporação, incluindo as falsas expectativas, propõe-se uma metodologia de trabalho em rede, utilizando a internet para pesquisa

A reflexão teórica decorrerá da justificação dos projetos supervisionados pelo docente, ao longo das sessões em videoconferência.

Ao criarmos um espaço e um tempo para partilharmos as nossas reflexões, pretendemos aproximar as representações dos estudantes sobre a temática aos conteúdos científicos propostos para esta unidade curricular. Partimos do problema :

  • COMO COCONSTRUIR AMBIENTES DE APRENDIZAGEM PARA TRABALHAR COM TIC NA EDUCAÇÃO?



      Notas e Observações sobre as atividades nucleares e os produtos culturais a construir:


Reunião semanal de TIC E EDUCACAO

Aceder à discussão TIC e Educação

(Acesso exclusivo à equipa)

VIDEOCONFERÊNCIA ZOOM


SALA de Reunião ZOOM

ID da reunião: 578 954 5862

Senha: terceiro nome do curso

 Mapa conceptual da plataforma Thebrain clicar em: 

palavra passe  é conhecida.


Grupo de trabalho do Facebook: 


Outra infografia TIC e EDUCAÇÂO, encontra-se neste link: 

Contamos com o grupo do WHATSAPP que criámos em WhatsApp Web

ADIAREMOS O USO DESTE RECURSO POR CONSIDERÁ-LO DE CONFIGURAÇÃO MENOS FÁCIL.

plataforma de videoconferência ZOOM para a reunião semanal de TIC E EDUCACAOReunião semanal às quartas, das 10h às 12h. 



INFOGRAFIA

https://bra.in/2vmxnJ



Avaliação

A avaliação é de natureza contínua e pressupõe a frequência de 75% nos encontros presenciais. Incide sobre o desempenho dos estudantes  nas seguintes atividades:

  • Assiduidade e a participação dos estudantes  

                                                    (Ponderação de 30% da avaliação)

  • Elaboração dos projetos

                                                 – Concretização dos projetos

                                                     (Ponderação de 50% da avaliação)

                                                 - Apresentação oral individualizada do trabalho

                                                    (Ponderação de 20% da avaliação. Data de apresentação final:  27/5/2020)


Critérios de avaliação dos projetos

A – Identidade - O aspeto identitário refere-se à relação de pertença da iniciativa dos praticantes com o grupo ou seja de todos os elementos englobados no reconhecimento de pertença ao grupo (6 valores)

B – Criticidade - O aspeto crítico refere-se à iniciativa da ação para além da conformidade do paradigma existente. Desta feita, a consideração de uma perspetiva disruptiva, faz quebrar as relações entre os elementos do paradigma vigente para dar lugar a novas possibilidades reorganizativas. ( 7 valores)

C – Contextualidade - O aspeto contextual refere-se à conceção da ideia situada num contexto próximo e /ou sua relação com outros contextos distantes. (7 valores).

 

Bibliografia principal: 

Brazão, P. (2015). A Escola restante e a cultura digital: entre o déjà-vu e os novos ambientes de aprendizagem. In F. Fraga & A. Kot-Kotecki (Org.). A Escola Restante (pp.209-222). Funchal: CIE-UMa. (ISBN: 978-989-95857-6-8).

Fino, C. N. (2008). Inovação Pedagógica: Significado e Campo (de investigação). In Alice Mendonça e António V. Bento (Org). Educação em Tempo de Mudança. Funchal: Grafimadeira, pp 277-287.

Fino, C. N. e Sousa, J. (2005). As TIC redesenhando as fronteiras do currículo in Revista Educação & Cultura Contemporânea, 3(2), 53-66 1º Semestre 2005. Rio de Janeiro: Universidade Estácio de Sá.

Jonassen, D. (2007). Computadores, Ferramentas Cognitivas. Porto: Porto Editora

Kuhn, T. S. (2004). La estrutura de las revoluciones científicas. FCE Argentina

Lave, J. e Wenger, E. (1991). Situated learning: Legitimate peripheral participation. Cambridge USA: Cambridge University Press.

Papert S. (1997). A família em rede. Lisboa: Relógio d’Água, Editores.

Vigotski L. S. (1999). A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. S. Paulo: Martins Fontes.